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Maior encontro de
municipalistas no
país debate melhorias em Brasília
No
período de 14 a 16 de julho, Brasília será o centro do
maior encontro de municipalistas no país com o objetivo
de pautar os interesses municipais junto ao Congresso
Nacional e ao governo federal. A Confederação Nacional
de Municípios (CNM), com o apoio da União dos Municípios
da Bahia (UPB) e das entidades estaduais e
microrregionais de representação de municípios realizam
a XII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.
Educação, saúde, reforma tributária, desenvolvimento
social e urbano e o meio ambiente são os temas em
discussão no Hotel Blue Tree Park, em Brasília.
A luta maior desta marcha é pela
regulamentação da Emenda 29. O presidente da UPB,
Roberto Maia defende a aprovação e regulamentação da
ferramenta de gestão que vai resultar no aprimoramento
do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele tem convocado os
prefeitos para um “esforço de mobilização” pela
regulamentação que vai definir quais são os gastos
específicos do setor de saúde.
Graças à participação em massa de
gestores municipais nas edições anteriores, os prefeitos
unidos conseguiram aprovar projetos de interesses dos
municípios, como o que terminou com a incidência do FEF
sobre o FPM, o que instituiu a contribuição para o
custeio da iluminação pública, o que ampliou os serviços
tributados pelo ISS, o que instituiu a contrapartida
federal para o financiamento do transporte escolar, o
que partilhou a Cide, o que garantiu a transferência
direta do salário-educação para os municípios, o que
aumentou em 1% o FPM, entre outros. Essas conquistas
transferiram até o ano de 2006 cerca de R$50 bilhões aos
municípios brasileiros. São recursos adicionais,
permanentes, com os quais os municípios sempre contarão
para auxiliá-los na árdua tarefa de fazer frente às
demandas da sociedade por melhores serviços públicos de
saúde, educação, segurança, infra-estrutura, etc.
Municipalismo forte se faz com a participação de todos.
Festa de São Pedro na
Bahia
São
Pedro marca o encerramento das comemorações juninas. São
Pedro também é o protetor das viúvas, são elas que
organizam a festa desse dia, junto com os pescadores
realizando procissões marítimas. Nesse dia também, todo
homem que tiver Pedro ligado ao seu nome, deve ascender
fogueiras nas portas de suas casas e, se alguém amarrar
uma fita em uma pessoa de nome Pedro, este se vê na
obrigação de dar um presente à pessoa que o amarrou. As
comemorações em louvor ao santo dão prosseguimento aos
festejos juninos e segue no mesmo clima, ao som do
tradicional forró, temperado ao sabor dos quitutes
juninos.
Confira a
programação dos festejo em alguns municípios baianos:
UPB assina convênio com a UNIJORGE

A União dos Municípios da Bahia (UPB)
através da UniUPB, Universidade Corporativa da UPB,
assinou um convênio na última quinta-feira (18/06), com
a Universidade Jorge Amado. A parceria tem como objetivo
capacitar gestores, técnicos e responsáveis por pastas
na administração pública. Os cursos de especializações
serão formados em regiões estratégicas, visando
facilitar o transporte do pessoal e reduzir o máximo os
custos das prefeituras. O primeiro curso previsto para
começar em agosto será o de "Controle Interno", que
trata de questões como: lei da responsabilidade fiscal,
licitações, etc.
Para o presidente da UPB, Roberto Maia,
esse convênio pretende atender as necessidades das
prefeituras que acabam errando por falta de
conhecimento. "Fizemos uma seleção para escolher uma
instituição, e com muita alegria a gente celebra essa
parceria, porque a Unijorge é uma universidade
reconhecida e de qualidade", afirma. O presidente
considera uma obrigação para prefeitos investir em
cursos de especializações para evitar problemas
futuros.
O tesoureiro da UPB e prefeito de Santo
Antônio de Jesus, Euvaldo Rosa, ressalta que cada curso
será construído dentro das necessidades dos municípios.
O prefeito de Canarana, Ezenivaldo Alves, que estava
presente no ato da assinatura, vê como positiva a
parceria, "pois as prefeituras acabam errando por não
ter maiores conhecimentos". O representante da Unijorge,
o gerente comercial, Fred Andrade agradeceu a
oportunidade de oferecer qualificações a profissionais
da área de gestão pública, e disse que a instituição
está orgulhosa em firmar parceria com a UPB.
A universidade corporativa da UPB
funciona nos moldes das demais existentes visando
disponibilizar um novo espaço de conhecimento para o
gestor municipal avançar sua administração através de um
acesso aos programas de capacitação. O presidente da UPB
afirma que para o sucesso desse empreendimento é
necessário a mobilização de associações regionais.
Complementação do FPM será enviada aos Municípios dia 22
de junho
O envio dos recursos da segunda parcela
da complementação ao Fundo de Participação de Municípios
(FPM), previsto na Medida Provisória 462/2009 foi adiado
para a próxima segunda-feira, dia 22 de junho. A
retificação foi feita pela Secretaria do Tesouro
Nacional (STN). Segundo a STN, a parcela da compensação
será enviada no décimo - quinto dia útil do mês. Os
recursos instituídos pelo governo no dia 14 de maio de
2009 tem por objetivo repor as perdas no FPM e igualar o
repasse ao mesmo valor do ano passado, R$51,3 bilhões.
Na quarta-feira, 10 de junho, a
Secretaria informou o montante que cada Município
receberá. O total da transferência para todas as
prefeituras é de R$ 197,5 milhões. O calculo adotado
pela STN é a comparação dos repasses de janeiro a maio
de 2008 e janeiro a maio de 2009.
Nem todos os 5.563 Municípios brasileiros
terão direito à complementação. Ao todo 357 entes não
estão entre os Municípios contemplados. Isso porque, ao
contrário de outras prefeituras, nessas 357 o FPM em
2009 foi maior em relação ao ano passado. Esses
Municípios – 6,4% - sofreram mudanças no coeficiente
populacional, e contam com uma variação positiva em
2009.
DIFERENÇA - A partir dos próximos meses,
a diferença de repasses será complementada sempre no
décimo - quinto dia útil do mês. Em caso de
disponibilidade orçamentária ou até o quinto dia útil
após a aprovação dos créditos orçamentários. Neste caso,
a forma obedecerá à regra a ser fixada pela Secretaria
do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.
Veja
a lista dos valores que serão repassados a cada
Município
AMPC, UPB e CEF em
Jacobina

Leia mais
Prefeitos, em Ruy
Barbosa,
discutem melhorias

O presidente da União
dos Municípios da Bahia Roberto Maia, se reuniu nesta
sexta-feira (15/05) com prefeitos da região da Chapada
Diamantina, na cidade de Ruy Barbosa, discutindo a
primeira pauta da União dos Municípios da Chapada
Diamantina (UMCD). Gestores decidiram enviar ao
governador uma série de reivindicações para melhoria da
região.
Seminário sobre
"Regime Próprio de Previdência
Social e Operações de Crédito"
Realizado no dia 14/05/2009, na UPB
Apresentação 01 ,
Apresentação 02
,
Apresentação 03
Duas mil pessoas
caminharam pelo
Centro Administrativo
em favor dos municípios baianos
Cerca de duas mil pessoas entre
prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais,
vereadores, deputados e municipalistas estiveram
presentes ao chamado da UPB para a mobilização dos
prefeitos baianos. Para o presidente da UPB, prefeito de
Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia, os prefeitos não
aceitam mais ser penalizados e ouvir o discurso de que
gastam mal os recursos. “A mobilização é importante e
necessária para que o Brasil veja o que está acontecendo
com os municípios pobres e pequenos”. Às 9h da manhã os municipalistas se concentraram na sede da UPB, e logo em
seguida saíram em caminhada até a Governadoria, seguindo
depois para a Assembléia Legislativa do Estado.
Na Governadoria a diretoria
da UPB entregou o documento de reivindicação ao
Secretário de Relações Institucionais do Estado, Rui
Costa e ao Secretário de Planejamento, Valter Pinheiro.
Os prefeitos foram a Assembléia Legislativa pedir a
assinatura dos 63 deputados. “Agora é a hora de ver quem
realmente está do lado dos prefeitos. Quem não nos
apoiar vai ser considerado persona non grata e não terá
nosso apoio nas eleições de 2010”. O presidente da
Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo recebeu o
documento da UPB.
REIVINDICAÇÕES - As
reivindicações são: repasse do transporte escolar do
ensino médio devido pelo Estado; Segurança Pública
(nomeação de Delegados, alimentação de presos e
policias, gasolina, manutenção, etc); Aumento da
participação do Estado no repasse do PSF e pontualidade
no seu cumprimento; e o fortalecimento da relação do
Estado, Secretarias e Órgãos do Estado com os
Municípios.
Junto com os prefeitos e suas
delegações, haviam diversas faixas onde estampavam a
insatisfação dos prefeitos diante da crise: “De todo
imposto arrecadado 60% vai para a União, 25% vai para o
Estado e apenas 15% fica em seu município”. “Toda
riqueza é produzida no município. Por isto, o imposto
que você paga tem que ficar na cidade onde você mora”.
“O Programa de Saúde da Família é do Governo Federal.
Mas o município paga 65% da conta”. “As delegacias, o
combustível das viaturas e a alimentação dos presos são
obrigações do Estado. Mas é o seu município que paga”.
“As delegacias, o combustível das viaturas e a
alimentação dos presos são obrigações do Estado. Mas é o
seu município que paga”. “O transporte escolar dos
alunos do 2º grau é responsabilidade do Governo do
Estado. Mas é o seu município que paga”. “A UPB quer
mudança já”.
DISCURSOS - Na caminhada os
prefeitos revezaram-se com discursos inflamados em que
traçaram um quadro de falência das prefeituras e
deixaram clara a disposição de “morrer junto” com os
candidatos do governo, inclusive deputados e senadores,
que tentarão novos mandatos ano que vem. Argumentaram
que as prefeituras é que são os maiores empregadores, e
logo vão começar a demitir, o que seria um desastre nos
planos eleitorais do governo. O prefeito de Barra do
Rocha, Jonatas Venturas respondeu diretamente ao
presidente Lula: “Não estamos apertando os cintos,
porque não temos cinto para apertar. Estamos apertando
as costelas”. Um carro de apoio da UPB orientou os
manifestantes na caminhada pela paz em prol dos
municípios.
Levaram solidariedade e apoio
aos prefeitos o presidente da Confederação Nacional dos
Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, o senador César
Borges, o prefeito de Salvador João Henrique, os
deputados Carlos Gaban, Heraldo Rocha, Paulo Azi,
Rogério Andrade, Junior Magalhães, João Carlos Bacelar,
Sandro Regis, José Nunes, Clovis Ferraz, Gildasio
Penedo, Misael Neto, Arthur Maia e Mauricio Trindade. A
mobilização dos prefeitos contou com a participação das
associações municipalistas regionais, da União dos
Vereadores do Brasil, União dos Vereadores da Bahia e
União Geral dos Trabalhadores. Foram duas mil pessoas,
sendo mais de 250 prefeitos baianos.
Veja mais....
Consulta a UPB: TCM
orienta gestores
sobre repasse do duodécimo
Em resposta à consulta feita pelo
presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB),
Roberto Maia, o Tribunal de Contas dos Municípios,
através de sua assessoria, emitiu parecer concluindo
que, na hipótese de o município não conseguir realizar a
receita prevista na lei orçamentária anual, o prefeito
deixará de adotar como referencial a dotação
orçamentária da câmara, efetuando o repasse do duodécimo
com base na proporção estabelecida na lei, em relação à
receita efetivamente realizada.
O presidente do TCM, conselheiro
Francisco de Souza Andrade Netto, declarou que “na atual
conjuntura de dificuldades, reflexo da crise econômica
global, com a queda dos repasses do FPM e da
arrecadação, as prefeituras não têm efetivamente como
repassar o duodécimo às câmaras, segundo as previsões
com base nas receitas do ano passado, quando a crise
ainda não tinha se agravado. Há que se observar a
proporcionalidade com base na arrecadação efetiva,
prevista na Constituição Federal”.
“Nesse momento de crise financeira por
que passam os municípios baianos, queremos reafirmar que
também somos parceiros e não uma instituição que existe
apenas para fiscalizar as contas municipais”, afirmou
Francisco Netto.
Leia na íntegra o parecer.
INSS
deve mais de R$ 25 bi para municípios
O
presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB),
Roberto Maia participou na quarta-feira passada (11) de
uma mobilização municipalista previdenciária organizada
pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em
Brasília, no auditório Petrônio Portella do Senado
Federal. O tema central foi o impacto da previdência nas
finanças municipais e o que a previdência deve e não
paga aos municípios. De acordo com o prefeito de Bom
Jesus da Lapa, o Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS) ao longo dos anos vem retendo vultosas quantias
das finanças municipais sob a argumentação de que se
trata de valores devidos pelas prefeituras, medida que
torna muitos municípios ingovernáveis. No entanto,
existe um grande montante de recursos que são devidos
pelo INSS aos municípios sem que haja ações do Instituto
no pagamento destes valores.
No encontro de prefeitos ficou constatado
que o INSS tem uma dívida de aproximadamente R$ 25,4
bilhões com os municípios brasileiros. Desta forma, o
INSS é devedor dos municípios em quesitos como agentes
políticos (R$ 4,5 bilhões), compensação previdenciária
(R$ 4,5 bilhões), súmula vinculante (R$ 13,9 bilhões) e
multas, juntamente com juros (R$ 1 bilhão), o que
totalizaria R$ 25,4 bilhões. Segundo estudo apresentado
pela CNM, também há endividamento das prefeituras junto
ao INSS. Ele defende a amortização de débitos
previdenciários dos municípios (estimados em R$ 22
bilhões) perante a Receita Federal.
Manifesto dos Prefeitos Brasileiros:
O Impacto da Previdência nas Finanças Municipais
O documento “Manifesto dos Prefeitos
Brasileiros: O Impacto da Previdência nas Finanças
Municipais”, formulado pela Confederação Nacional de
Municípios (CNM) e aprovado por unanimidade pelos
mais de 600 prefeitos presentes no “Encontro
Municipalista sobre Previdência”, realizado na
última quarta-feira, dia 11 de março, no Senado
Federal, em Brasília (DF), representa a síntese dos
encaminhamentos do evento. O objetivo é buscar do
governo federal soluções para as dívidas
previdenciárias municipais.
Entre as reivindicações propostas pela
CNM no referido documento, é apresentado um perfil
da situação previdenciária municipal. Entre os
aspectos ressaltados no documento, ressaltam-se os
seguintes: (a) o montante do endividamento municipal
para com a previdência geral inviabiliza a gestão
pública dos municípios; e (b) os parcelamentos da
dívida previdenciária municipal, embora pagos
corretamente, demonstram que o endividamento apenas
aumenta por força dos índices de correção, o que
acaba por anular todo o pagamento já realizado pelos
municípios. “Os documentos que aprovamos neste
encontro ressaltam também que os municípios têm
créditos a receber, do governo federal, em montante
considerável”, argumenta o presidente da CNM, Paulo
Ziulkoski. A UPB esteve presente neste encontro de
prefeitos.
Leia o
Manifesto na íntegra
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